Canções e Emoções

quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Refaço me Todos os Dias





Todos os dias refaço me, esta é um busca incessante.
Dai pergunto me sobre as inconstâncias desta vida, indagando questões:
Quando os atos são meros esforços neste diagrama que é viver?
A pergunta é pertinente e nos leva a próxima questão;
Podemos nos delimitar e sufocar nossa própria existência?
Inconscientemente muitos não se refazem. Estão estacionados em ruas vazias.
Manipulados ou apenas submissos intelectuais olham a vida sem sabor.
Quanto vale este modo de vida? O que realça ou acrescenta aos seus semelhantes?
Talvez seja pelo lado material. Assim ficamos aterrados nesta rotina.
De certo, seria que vivêssemos entre os dois, anelando e complementando se.
A nossa volta existe lindos e ávidos manjares do viver, basta apenas que nossa essência seja alimentada corretamente, tirar de nossa visão simplória o palpável aquilo que é material que nos aterra.
Não podemos fazer da vida algo que se findou, limitou se a olhar. Temos que contemplar e absorver esta energia que vai além de nossa existência material.
Vivemos na dinâmica assassina da pressa, tudo em nossos dias é “para ontem.”
Somos engolidos e escravizados pelo tempo físico. Pressionados por uma correria estressante .
Tentamos acompanhar as maquinas que foram ideias nossas e que hoje somos subjugados pela mesma.
Um dia fomos condutores desta maquina. Hoje, somos conduzidos por ela.
O que seria de nós, se hoje ficássemos sem energia elétrica? Te digo, o caos estaria formado.
Pois somos totalmente anelados a energia, seria nosso fim. Precisamos dela, sim é obvio.
O valor desta tecnologia é incalculável, mas o homem deve ser o bem mais precioso, pois é inestimável seu valor psico mental.
Por tanto, devemos desacelerar. Pausar nossa vida e viver, admirar a verdadeira tecnologia presente nas coisas simples, nos gestos, nos atos, na natureza.
Pois a energia que flui dentro deste corpo físico é essência é alma é vida.



domingo, 7 de setembro de 2014

Nesta Noite Fria





Sinto o frio desta noite,
Como queria me acalentar em seus braços.
Numa junção calorosa meu corpo no seu.
Sua essência anseio demasiadamente
Fazendo em mim fluir satisfações
A ponto de solfejar a canção dos amantes.

Nesta noite fria,

Deixe os sonhos vencerem,
Calando se as virtudes normais.
Desabafando palavras de prazer,
Sussurros e gemidos há tanto suprimidos!

Deixe desgarrado seus maiores delírios,
Seja solto o amor deixe o visível!
Pois estarei contigo,
E ao final desta noite,
Enlaçado ao teu corpo voluptuoso
Recostarei meu corpo lascivo
Ao teu regaço esplendoroso.


Despertar com Prazer







Vejo te adormecida,
nesta manhã preguiçosa.
Seu semblante transmite,
Um sono sereno.
Ao te olhar, o desejo acende em mim,
Ferve a vontade da carne.
E seu cheiro de mulher
Aguça meus sentidos.
Sinto fome de você agora !
É forte,marcante te quero !
Minhas mãos alcançam
Sua pele suave, macia e quente.
Vou lhe apreciando com os dedos,
Deslisando seus contornos vou descendo,
Ate encontrar suas decências.
Você desperta e parece sedenta,
Não rejeita meus carinhos.
Estas faminta, teu olhar denuncia.
Minha boca atrevida procura seus lábios,
Na loucura que se segue,
Nossos corpos se perseguem,
E nas palavras oferecidas ditamos o ritmo.
Eu declaro meu prazer aos teus ouvidos,
São caricias retribuídas, expressadas com gemidos.
Aos pouco vou saboreando teu corpo,
E com minha língua safada,
Lhe deixo toda molhada, excitada.
E num ofegante respirar,
De um jeito assim, suplicante,
Balbucias a sua vontade, seu fogo!
Queres me dentro de ti, você diz,
Eu insano com teus apelos, entro!
Com jeito ou com força, lhe surpreendo
Vou e volto lhe mexendo.
Sofrego em desejos não paro em lhe entrar.
Vibramos juntos, desejamos muito.
Nos fabricamos neste ato de paixão,
É tanto querer, como queremos!
Nossa orgia faz ecoar gritos e promessas
E nestes gritos e promessas nos oferecemos
Nossos orgasmos desvairados explodem,
Nos entreolhamos e desfalecemos.