Um dia todo pela
estrada do silencio caminho pavoroso e inóspito, percebo olhares a
vigiar meus passos estão famintos mas falta a valentia e iniciativa
para atacarem me. Ao final deste dia chego a grande montanha tão
desfiadora e íngreme. Tento não esmorecer a muito o que percorrer
este é meu destino. Escalo com cuidado sendo cauteloso a cada passo
pois qualquer deslize pode ser fatal, consigo ver uma entrada e ao
entrar a sensação de maldade é marcante uma caverna fria e
intimidante, mas é preciso seguir pois este é o mais seguro.
Seguindo pela caverna
percebo algo estranho a sombra de uma criatura surge e seus olhos
parecem duas esferas de fogo, tenho o tempo de empunhar minha espada
e investir contra a fera que furiosa se lance sobre mim num ataque
suicida eu contra ataco desferindo golpes e mais golpes, fera usa
suas garras e me acerta de raspão e num momento de fraqueza da besta
pulo por sobre seu dorso e desfecho golpes certeiros em seu pescoço,
até que vencida a besta desfalece.
Mesmo ferido preciso
continuar, e algum tempo depois vejo um portão sob a vigia de um
guarda, minha aproximação é silenciosa e rápida domino e corto
lhe o pescoço e arrasto seu corpo para as sombras.
Silencio macabro é a
sensação um lugar de aspecto torturante onde exibe um grande patio
em forma de losango com suas 4 torres onde em uma delas esta
iluminada. Fácil demais eu penso! Parece que eles estão querendo
atrair alguém. Sigo em direção a torre iluminada existe uma porta
onde sem surpresas entro e vou subindo as escadas, cada passo meu é
pensado cuidadosamente e sinto que algo esta para acontecer, e na
velocidade de um raio ouço o cortar do ar um sumido assustador, ele
investe contra mim na penumbra e golpeia sem sessar, me jogo para
não ser atingido e rolo as escadas ele vem bufando e querendo
dilacerar minha carne, contra ataco e ali duelamos incansavelmente, e
num movimento forte e rápido lhe acerto no ventre partindo lhe suas
vísceras ceifando a vida em definitivo.
Do alto da torre posso
ver todo o castelo e ao norte existe um movimento incomum como uma
cerimonia velada, por cima dos muros vou seguindo e num telhado
abaixo pulo e observo, são seres
gigantes vestidos de
preto segurando candeias. Em círculos permanecem num transe
demoníaco, o ar cheira enxofre sinto que estou próximo da criança.
Não vejo soldados isto me intriga, poderia o general Askeriu ser tão
arrogante ?
Empolgante, assim vejo sua história, um filme se forma na mente e agora precisarei respirar profundamente para ler a continuação pois sua história prende-me e dá vida a sonhos adolescentes com heróis e guerreiros, onde a frágil donzela presa na torre de um castelo, o espera pra salvá-la ... Ah! romance dos meus devaneios!
ResponderExcluirvamos ao final e depois procurarei o início e terei de ler novamente pra completar minhas fantasias...
muito bom Edy... Ler-te é viajar no tempo e nos sonhos.
bjo